Sentia saudade de tanta coisa, não aprendera a desapegar,
nunca aprendeu. A menina insistia em olhar para trás e morrer de saudade, porém
agora havia coisas que a prendiam no presente e prometiam até um futuro. A
verdade era que agora o passado não voltaria, nem agora nem nunca mais, e sabia
que deveria aproveitar seu presente antes que este se tornasse passado e dele
só restasse a saudade do que jamais iria voltar.

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